Morrissey é o único artista vivo que reverencio, o único pelo qual permito a designação de fanático (pôsteres, livros, dvd’s importados, camisetas, coleção de vinil, raridades, bootlegs, etc., se acumulam pela casa). Suas canções, com letras que estão muito além do convencional, fazem parte do que sou desde o começo da adolescência - e ainda conseguem me causar a mesma sensação, a mesma empatia juvenil, a mesma estranheza. Sua postura e seu trabalho nunca me decepcionaram e duvido que isso possa acontecer. Ter abandonado no auge do sucesso uma banda incrível como The Smiths e ter construído uma carreira solo tão interessante, com um nível de qualidade e maturidade respeitável, influenciando gerações distintas só demonstra sua relevância. Shows disputados, singles e discos excepcionais, admiradores que aumentam a cada dia. Hoje, 22 de maio de 2009, o bardo inglês Steven Patrick Morrissey completa 50 anos de idade, e para mim essa data possui mais do que mero simbolismo. Viva Moz!
“You have never been in love
until you’ve seen sunlight thrown
over smashend human bone”