
Embarcamos bem cedo, alguns rapazes queriam ir, porém a organizadora foi enfática: apenas co-le-gas de trabalho. Chegamos aos estúdios cerca de quatro horas antes das gravações. A produção selecionou as mais jovens para a maquiagem e as posicionaram na frente do auditório, as mais velhas ficavam afastadas. Fiquei na frente. Proibiram bolsas, câmeras e celulares, explicaram procedimentos técnicos e recomendaram que evitássemos qualquer comportamento exagerado. Fizeram uma revista rápida, sem muito apuro. Nem me tocaram.
Música. O diretor pediu palmas pelo alto-falante e avisou: gravando em dez segundos. Nove, oito... busquei a arma entre minhas pernas. Sete, seis, cinco... estavam todas ansiosas, sequer perceberam quando coloquei o cartucho. Quatro, três, dois... No ar.
E a concorrente deu a noticia em horario nobre...
ResponderExcluirSeus contos sempre incisivos e surpreendentes, pegando sempre o inusitado do trivial. Esperando por um novo livro.
ResponderExcluirVivi 3 anos sem TV e me esqueci completamente da existência do SS. Depois imaginei que ele seria de fato um cyborg...rss...
ResponderExcluirMinutos depos tcava a famosinha "musiquinha da desgraça", aquela do "plantão" da concorrência.
ResponderExcluirServiço público?
Aquele abraço!
Uau! Muito bom. Coitado do Silvio.
ResponderExcluirFaltou uma musiquinha de fundo: lalá-lalá-lalál-lalá...e aí sim: Sílvio Santos vem aí...lalá-lalalalá....rs
ResponderExcluirBeijos,
Putz! Se isso foi um fato verídico, meus pêsames.
ResponderExcluirSe pela TV já é um pé no saco imagina ao vivo e em cores.
Nossa!Isso que é atitude(risos)muito bom.!
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