(*) Gosto de dar presentes, mas não gosto de aniversários ou natal. Não gosto de presentes disputando preferências. Não gosto de presentes com hora marcada. Gosto de olhar para uma vitrine e lembrar de alguém. Gosto da surpresa, do não esperado. Gosto que o meu presente seja o único.
(*) “Vai ter presente pra Chiquinha/ e ter presente pra Iaiá/ canoeiro puxa a rede do mar”.
(*) Moro em uma cidade onde ainda é possível encontrar relojoeiros, alfaiates, sapateiros, mas onde é cada vez mais difícil encontrar uma agência dos Correios. Sempre que penso que poderei utilizar os serviços de alguma ela encerra suas atividades. Só na última semana foram duas.
(*) Todas as cartas de amor são ridículas? E torpedos, inbox, WhatsApp, e-mail, sinais de fumaça, recados no Instagram, comentários no blogue?
(*) “Vai ter presente pra Chiquinha/ e ter presente pra Iaiá/ canoeiro puxa a rede do mar”.
(*) Moro em uma cidade onde ainda é possível encontrar relojoeiros, alfaiates, sapateiros, mas onde é cada vez mais difícil encontrar uma agência dos Correios. Sempre que penso que poderei utilizar os serviços de alguma ela encerra suas atividades. Só na última semana foram duas.
(*) Todas as cartas de amor são ridículas? E torpedos, inbox, WhatsApp, e-mail, sinais de fumaça, recados no Instagram, comentários no blogue?
(*) Correio elegante, mídia cafona.
(*) Comprei uma Yashica Mat pelo MercadoLivre (um presente para mim). Espero que não venha com defeito. Tenho medo de não encontrar uma agência dos Correios para devolver.
(*) “Que presentes te daria/ uma estrela vã do firmamento/ pra iluminar o vão do pensamento..."
(*) Um presente para Kleber Albuquerque, Álvaro de Campos e Dorival Caymmi.
