Mostrando postagens com marcador Carybé. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Carybé. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 27 de junho de 2011
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
NESTE DOIS DE FEVEREIRO
Duvido de quase tudo,
mas acredito em Pierre Verger e em Carybé.
Ilustrações dos livros Carybé & Verger - Gente da Bahia e
Carybé, Verger e Caymmi - Mar da Bahia
"Havia rosas no mar,
havia ondas na areia".
Otto
terça-feira, 6 de outubro de 2009
NOTAS DE UM POEMA
O primeiro poema que consegui escrever em Salvador foi “lembranças de donzelas do tempo do Imperador”, algum tempo depois de ter me mudado, tomando emprestado como título um verso de uma canção de 1941 de Dorival Caymmi, “Você Já Foi à Bahia” (recurso semelhante utilizado por Caetano Veloso em “Terra”). Na canção, Caymmi exalta uma Salvador idealizada, nostálgica, quase folclórica; um convite à uma cidade que só conheci em cartões-postais. Em 2008 o poema fez parte do livro “CINEMA”, Prêmio Braskem Cultura e Arte, recentemente alguém apontou um parentesco com o “Poema do Beco”, de 1933, de Manuel Bandeira, que se existe não foi intencional. Enquanto Bandeira se solidarizava com a gente humilde do Rio de Janeiro, meus versos apenas expressavam o descontentamento e a solitude.
“lembranças de donzelas
do tempo do Imperador”
Herculano Neto
da janela do meu apartamento
vejo outras janelas de apartamento
janelas fechadas
cortinas
um muro
aviões
da janela do meu apartamento
eu não vejo a Bahia.
“lembranças de donzelas
do tempo do Imperador”
Herculano Neto
da janela do meu apartamento
vejo outras janelas de apartamento
janelas fechadas
cortinas
um muro
aviões
da janela do meu apartamento
eu não vejo a Bahia.
***
Poema do Beco
Manuel Bandeira
Que importa a paisagem, a Glória, a baía, a linha do horizonte?
- O que eu vejo é o beco.
Poema do Beco
Manuel Bandeira
Que importa a paisagem, a Glória, a baía, a linha do horizonte?
- O que eu vejo é o beco.
Assinar:
Postagens (Atom)
